O Rio Grande do Norte está completando hoje. 07 de agosto de
2022, 521 anos. A celebração em 7 de
agosto faz referência ao chantamento – ou fixação – do Marco de Touros pelos
portugueses no litoral norte do Estado, em 1501. A data foi oficializada pela
Lei nº 7.831, de 30 de maio de 2000, de autoria do deputado, à época, Valério
Mesquita.
O Marco de Touros é considerado um dos símbolos mais
representativos do período colonial brasileiro e há quem afirme que sua
colocação em terras potiguares se deu no momento do verdadeiro descobrimento do
Brasil – diferente do que é contado nos livros de história.
Durante sua colonização, o Rio Grande do Norte chegou a ser
invadido por forças francesas e holandesas – expulsas à força de batalhas.
Tornou-se província com a queda da monarquia e após a proclamação
da República, em 1889, foi alçado ao posto de estado. Seu primeiro governador
foi Pedro de Albuquerque Maranhão. Com uma área total de 52.797 km², o Rio
Grande do Norte está dividido em 167 municípios. Sua população é estimada em
mais de 3,5 milhões de habitantes.
Durante as comemorações do aniversário no ano passado, o Governo do Estado
providenciou um resgate do brasão original, devolvendo os traços ancestrais de
seus símbolos. O brasão conta com imagens de uma jangada navegando no mar,
representando a pesca e o sal; flores e capulhos de algodão, coqueiro,
carnaubeira, varetas de cana-de-açúcar, unidas por laços verdes e amarelos; uma
estrela no alto, representando o RN entre os demais estados da federação.
O sociólogo, poeta e professor de História, Plínio Sanderson,
apesar de considerar o Rio Grande do Norte um estado iluminado, com uma
excelente posição geográfica e com uma história de relevância no contexto
nacional, acha que sua população não tem memória sobre seus fatos e história.
“Nós temos um estado que tem como forma um elefante. E nós
somos um elefante desmemoriado. Não sabemos nada sobre nós mesmos.
Infelizmente! Enquanto estados vizinhos têm um sentimento de pertencimento, de
história, de conhecer o seu lugar, nós estamos fadados ao esquecimento”,
comenta Plínio, que também não deixa de exaltar nossas qualidades, citando a
participação do RN em revoluções, riquezas naturais e vultos históricos
FONTE – G1
O Rio Grande do Norte está completando hoje. 07 de agosto de
2022, 521 anos. A celebração em 7 de
agosto faz referência ao chantamento – ou fixação – do Marco de Touros pelos
portugueses no litoral norte do Estado, em 1501. A data foi oficializada pela
Lei nº 7.831, de 30 de maio de 2000, de autoria do deputado, à época, Valério
Mesquita.
O Marco de Touros é considerado um dos símbolos mais
representativos do período colonial brasileiro e há quem afirme que sua
colocação em terras potiguares se deu no momento do verdadeiro descobrimento do
Brasil – diferente do que é contado nos livros de história.
Durante sua colonização, o Rio Grande do Norte chegou a ser
invadido por forças francesas e holandesas – expulsas à força de batalhas.
Tornou-se província com a queda da monarquia e após a proclamação
da República, em 1889, foi alçado ao posto de estado. Seu primeiro governador
foi Pedro de Albuquerque Maranhão. Com uma área total de 52.797 km², o Rio
Grande do Norte está dividido em 167 municípios. Sua população é estimada em
mais de 3,5 milhões de habitantes.
Durante as comemorações do aniversário no ano passado, o Governo do Estado
providenciou um resgate do brasão original, devolvendo os traços ancestrais de
seus símbolos. O brasão conta com imagens de uma jangada navegando no mar,
representando a pesca e o sal; flores e capulhos de algodão, coqueiro,
carnaubeira, varetas de cana-de-açúcar, unidas por laços verdes e amarelos; uma
estrela no alto, representando o RN entre os demais estados da federação.
O sociólogo, poeta e professor de História, Plínio Sanderson,
apesar de considerar o Rio Grande do Norte um estado iluminado, com uma
excelente posição geográfica e com uma história de relevância no contexto
nacional, acha que sua população não tem memória sobre seus fatos e história.
“Nós temos um estado que tem como forma um elefante. E nós
somos um elefante desmemoriado. Não sabemos nada sobre nós mesmos.
Infelizmente! Enquanto estados vizinhos têm um sentimento de pertencimento, de
história, de conhecer o seu lugar, nós estamos fadados ao esquecimento”,
comenta Plínio, que também não deixa de exaltar nossas qualidades, citando a
participação do RN em revoluções, riquezas naturais e vultos históricos
FONTE – G1